
Rádio Vaticano
Papa Bento XVI recebeu hoje, 20, os participantes na assembléia plenária da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada. O Santo Padre fez votos de que os mosteiros de todo o mundo sejam um "oásis espiritual" na sociedade atual: "Possam os mosteiros ser sempre cada vez mais oásis de vida ascética, onde se percebe o fascínio da união esponsal com Cristo e onde a opção pelo Absoluto de Deus se encontra envolvida por um clima constante de oração e de contemplação". Bento XVI sublinhou que "quem entra num mosteiro procura ali um oásis espiritual onde possa aprender a viver como verdadeiro discípulo de Jesus, numa comunhão fraterna serena e perseverante. (...) Tal é o testemunho que a Igreja pede ao monaquismo, neste nosso tempo", disse.Na sua intervenção, o Papa sublinhou que o "essencial" da vida cristã consiste em "procurar Cristo e nada antepor ao seu amor", pelo que "o monaquismo pode constituir para todas as formas de vida religiosa e de consagração uma memória do que é essencial e tem o primado em toda e qualquer vida batismal".O Papa recordou que, ainda recentemente, em setembro passado, na cidade de Paris, dirigindo-se ao mundo da cultura, quis "evidenciar a exemplaridade da vida monástica na história", sublinhando que o seu objetivo era "ao mesmo tempo simples e essencial": "Quaerere Deum, procurar a Deus, e procurá-lo através de Jesus Cristo que o revelou, procurando fixar o olhar sobre as realidades invisíveis que são eternas, aguardando a manifestação gloriosa do Salvador".Para Bento XVI, "em virtude do primado absoluto reservado a Cristo, os mosteiros são chamados a ser lugares em que se dá espaço à celebração da glória de Deus, se adora e se canta a misteriosa mas real presença divina no mundo, se procura viver o mandamento novo do amor e do serviço recíproco, preparando assim a manifestação (final) dos filhos de Deus".
Papa Bento XVI recebeu hoje, 20, os participantes na assembléia plenária da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada. O Santo Padre fez votos de que os mosteiros de todo o mundo sejam um "oásis espiritual" na sociedade atual: "Possam os mosteiros ser sempre cada vez mais oásis de vida ascética, onde se percebe o fascínio da união esponsal com Cristo e onde a opção pelo Absoluto de Deus se encontra envolvida por um clima constante de oração e de contemplação". Bento XVI sublinhou que "quem entra num mosteiro procura ali um oásis espiritual onde possa aprender a viver como verdadeiro discípulo de Jesus, numa comunhão fraterna serena e perseverante. (...) Tal é o testemunho que a Igreja pede ao monaquismo, neste nosso tempo", disse.Na sua intervenção, o Papa sublinhou que o "essencial" da vida cristã consiste em "procurar Cristo e nada antepor ao seu amor", pelo que "o monaquismo pode constituir para todas as formas de vida religiosa e de consagração uma memória do que é essencial e tem o primado em toda e qualquer vida batismal".O Papa recordou que, ainda recentemente, em setembro passado, na cidade de Paris, dirigindo-se ao mundo da cultura, quis "evidenciar a exemplaridade da vida monástica na história", sublinhando que o seu objetivo era "ao mesmo tempo simples e essencial": "Quaerere Deum, procurar a Deus, e procurá-lo através de Jesus Cristo que o revelou, procurando fixar o olhar sobre as realidades invisíveis que são eternas, aguardando a manifestação gloriosa do Salvador".Para Bento XVI, "em virtude do primado absoluto reservado a Cristo, os mosteiros são chamados a ser lugares em que se dá espaço à celebração da glória de Deus, se adora e se canta a misteriosa mas real presença divina no mundo, se procura viver o mandamento novo do amor e do serviço recíproco, preparando assim a manifestação (final) dos filhos de Deus".

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